
INTRODUÇÃO
Por mais extraordinários que sejam os Cavaleiros de Atena comparados às pessoas normais, uma das coisas que nem mesmo eles podem evitar é a morte. O mesmo pode se dizer das suas armaduras, proteções milagrosas destinadas aos Cavaleiros.
Por mais resistência física que tenham os Cavaleiros de Atena, todos têm que aceitar que um dia a morte virá buscá-los, por serem seres humanos de carne e osso. Contudo, a armadura não acompanha o mesmo destino do seu dono. A armadura cujo dono morre é colocada novamente em sua urna, até que surja um novo Cavaleiro a herdá-la. Pequenos danos nas armaduras são restaurados automaticamente com o decorrer do tempo. Nesse período de recuperação, ocorre um processo natural de evolução que pode levar a mudança de formas. Ou seja, a repetição de batalhas e períodos de descanso faz com que as armaduras evoluam e se transformem. Isso ocorre se o Cavaleiro tiver morrido por causas naturais ou se aposentar voluntariamente de suas funções. Entretanto, é evidente que a maioria dos Cavaleiros morre em decorrência de batalhas mortais. Se o Cavaleiro sofreu danos a ponto de morrer, é de se esperar que a armadura também esteja bem avariada. Quando o dano é crítico, a capacidade de auto-restauração da armadura não consegue atender à necessidade, e sua vitalidade é minada até a morte completa.
Por mais extraordinários que sejam os Cavaleiros de Atena comparados às pessoas normais, uma das coisas que nem mesmo eles podem evitar é a morte. O mesmo pode se dizer das suas armaduras, proteções milagrosas destinadas aos Cavaleiros.
Por mais resistência física que tenham os Cavaleiros de Atena, todos têm que aceitar que um dia a morte virá buscá-los, por serem seres humanos de carne e osso. Contudo, a armadura não acompanha o mesmo destino do seu dono. A armadura cujo dono morre é colocada novamente em sua urna, até que surja um novo Cavaleiro a herdá-la. Pequenos danos nas armaduras são restaurados automaticamente com o decorrer do tempo. Nesse período de recuperação, ocorre um processo natural de evolução que pode levar a mudança de formas. Ou seja, a repetição de batalhas e períodos de descanso faz com que as armaduras evoluam e se transformem. Isso ocorre se o Cavaleiro tiver morrido por causas naturais ou se aposentar voluntariamente de suas funções. Entretanto, é evidente que a maioria dos Cavaleiros morre em decorrência de batalhas mortais. Se o Cavaleiro sofreu danos a ponto de morrer, é de se esperar que a armadura também esteja bem avariada. Quando o dano é crítico, a capacidade de auto-restauração da armadura não consegue atender à necessidade, e sua vitalidade é minada até a morte completa.

INTRODUÇÃO
Hyoga de Cisne atingiu oZero Absoluto graçasaos ensinamentos deCamus de Aquário!
Hyoga de Cisne, um cavaleiro de bronze, e Camus de Aquário, um cavaleiro de ouro, são dois personagens que possuem poderes baseados no gelo e dentre os cavaleiros de gelo, os dois são os únicos que conseguiram chegar próximo ao Zero Absoluto (Hyoga chegou à atingí-lo em um determinado momento da luta entre ele e seu mestre Camus). Mas você sabe o que é Zero Absoluto? Confira esta matéria especial:
O ZERO ABSOLUTO EM QUESTÃO
Ao contrário da tese das "temperaturas elevadas", que foi utilizada desde a antigüidade, seria necessário esperar até o meio do século XIX para que se soubesse produzir em laboratório um pequeno pedaço de gelo. Com o uso e o domínio do calor e do frio, a termodinâmica, ramo da física que apareceu apenas para o fim do século, não conheceu um desenvolvimento único, que houve no século seguinte.
Em 1650, foi aumentado o ciclo único de volume do sólido e líquido que dependia exclusivamente da temperatura ambiental. Mas só em 1720 é que o alemão Gabriel Fahrenheit serviu-se desta propriedade para desenvolver o seu termômetro de mercúrio. Alguns anos antes desta invenção, o sueco Celsius decidiu criar cem divisões entre a temperatura de fusão na teoria do gelo e a de ebulição da água. Criou, assim, os graus Celsius. Graças a estes novos aparelhos, que são os termômetros, ele descreveu as mudanças de estados, de sólido a líquido, de líquido a gás, que se fazem à temperatura constante, mas absorvendo o calor e restituindo-o para mudança de estado oposto, de condensação ou solidificação.
Por último o físico Gay-Lussac, início do século XIX promulga a lei de dilatação dos gases, V = Vo (1 + t/273) onde Vo representava o volume do gás a 0°C. Observando que nesta relação, entre V=0 e t=273°C, para esta temperatura constituir, por conseguinte, um limite teórico inacessível, o lorde Kelvin escolheu tomar este valor para origem das temperaturas, que dá o nome de zero absoluto.
A fim de permitir a calibração dos termômetros, foi necessário determinar os pontos de temperaturas termodinamicamente fixas, constituídas por "pontos de transição de estados" de corpos puros, em condições determinadas. É assim que o ponto 0°C é o de congelamento da água à pressão atmosférica normal tendo chegando ao ponto "triplo da água" que corresponde ao equilíbrio entre os três estados, sólido, líquido e gasoso da água, e que se situa a +0,01°C. É por isso que, desde 1960, "Kelvin", é a unidade da temperatura definitiva, não em relação a estes dois pontos fixos, mas em relação a este ponto da triplica a água, e escreve-se então: 1K = 1/273.16 da temperatura deste ponto triplo. Planck definiu como limite o zero absoluto não a -273,16°C, mas -273,16°C + ou - 0,01°C.
Comparação entre as escalasFahrenheit, Celsius e Kelvin.
O que combina perfeitamente com o princípio de duplo estado da matéria em física quântica (numerosas teorias cuja de Schrödinger com o "seu gato"). Então, o Zero Absoluto é uma temperatura que atinge -273,16° C na qual o movimento das moléculas pára e a energia térmica torna-se nula.
Desde os anos 20, numerosos laboratórios investigam e tentam aproximar esta temperatura final. Os últimos investigadores foram os alemães, que graças a um sistema complexo de LASER tentam se aproximar infinitamente (0,00001K), mas não o atingiu. O objetivo não foi atingido, mas aproximou-se o máximo possível para encontrar aplicações concretas deste processo tecnológico. Continuará impossível atingir realmente este limite: primeiramente, o simples fato de medir algo que tem influência sobre a matéria e, por conseqüência, haverá interação com os átomos. Em segundo lugar, na natureza, mesmo com ondulações e duplicações da matéria, torna-se impossível esta temperatura (princípio de heinsenberg e schrödinger).
fonte: Wikipedia.org
Hyoga de Cisne atingiu oZero Absoluto graçasaos ensinamentos deCamus de Aquário!
Hyoga de Cisne, um cavaleiro de bronze, e Camus de Aquário, um cavaleiro de ouro, são dois personagens que possuem poderes baseados no gelo e dentre os cavaleiros de gelo, os dois são os únicos que conseguiram chegar próximo ao Zero Absoluto (Hyoga chegou à atingí-lo em um determinado momento da luta entre ele e seu mestre Camus). Mas você sabe o que é Zero Absoluto? Confira esta matéria especial:
O ZERO ABSOLUTO EM QUESTÃO
Ao contrário da tese das "temperaturas elevadas", que foi utilizada desde a antigüidade, seria necessário esperar até o meio do século XIX para que se soubesse produzir em laboratório um pequeno pedaço de gelo. Com o uso e o domínio do calor e do frio, a termodinâmica, ramo da física que apareceu apenas para o fim do século, não conheceu um desenvolvimento único, que houve no século seguinte.
Em 1650, foi aumentado o ciclo único de volume do sólido e líquido que dependia exclusivamente da temperatura ambiental. Mas só em 1720 é que o alemão Gabriel Fahrenheit serviu-se desta propriedade para desenvolver o seu termômetro de mercúrio. Alguns anos antes desta invenção, o sueco Celsius decidiu criar cem divisões entre a temperatura de fusão na teoria do gelo e a de ebulição da água. Criou, assim, os graus Celsius. Graças a estes novos aparelhos, que são os termômetros, ele descreveu as mudanças de estados, de sólido a líquido, de líquido a gás, que se fazem à temperatura constante, mas absorvendo o calor e restituindo-o para mudança de estado oposto, de condensação ou solidificação.
Por último o físico Gay-Lussac, início do século XIX promulga a lei de dilatação dos gases, V = Vo (1 + t/273) onde Vo representava o volume do gás a 0°C. Observando que nesta relação, entre V=0 e t=273°C, para esta temperatura constituir, por conseguinte, um limite teórico inacessível, o lorde Kelvin escolheu tomar este valor para origem das temperaturas, que dá o nome de zero absoluto.
A fim de permitir a calibração dos termômetros, foi necessário determinar os pontos de temperaturas termodinamicamente fixas, constituídas por "pontos de transição de estados" de corpos puros, em condições determinadas. É assim que o ponto 0°C é o de congelamento da água à pressão atmosférica normal tendo chegando ao ponto "triplo da água" que corresponde ao equilíbrio entre os três estados, sólido, líquido e gasoso da água, e que se situa a +0,01°C. É por isso que, desde 1960, "Kelvin", é a unidade da temperatura definitiva, não em relação a estes dois pontos fixos, mas em relação a este ponto da triplica a água, e escreve-se então: 1K = 1/273.16 da temperatura deste ponto triplo. Planck definiu como limite o zero absoluto não a -273,16°C, mas -273,16°C + ou - 0,01°C.
Comparação entre as escalasFahrenheit, Celsius e Kelvin.
O que combina perfeitamente com o princípio de duplo estado da matéria em física quântica (numerosas teorias cuja de Schrödinger com o "seu gato"). Então, o Zero Absoluto é uma temperatura que atinge -273,16° C na qual o movimento das moléculas pára e a energia térmica torna-se nula.
Desde os anos 20, numerosos laboratórios investigam e tentam aproximar esta temperatura final. Os últimos investigadores foram os alemães, que graças a um sistema complexo de LASER tentam se aproximar infinitamente (0,00001K), mas não o atingiu. O objetivo não foi atingido, mas aproximou-se o máximo possível para encontrar aplicações concretas deste processo tecnológico. Continuará impossível atingir realmente este limite: primeiramente, o simples fato de medir algo que tem influência sobre a matéria e, por conseqüência, haverá interação com os átomos. Em segundo lugar, na natureza, mesmo com ondulações e duplicações da matéria, torna-se impossível esta temperatura (princípio de heinsenberg e schrödinger).
fonte: Wikipedia.org
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